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Todo mundo já sentiu a desagradável sensação de estar com o nariz entupido. Seja por resfriado, sinusite ou alergia, volta e meia as narinas ficam obstruídas e a melhor saída é apelar para os descongestionantes nasais. As gotinhas garantem alívio imediato, mas precisam ser usadas com cuidado. Especialistas alertam que o uso contínuo do líquido vicia, fazendo com que o organismo precise cada vez mais de quantidade maior do medicamento para ter o mesmo resultado. A longo prazo, os descongestionantes nasais podem danificar a mucosa e, até mesmo, provocar problemas cardíacos.
 

Quando há secreção, e se estiver espessa, é necessário torná-las mais fluídas e assim facilitar a sua expulsão. Na maioria das vezes é possível contornar este problema sem necessidade de recorrer a soluções medicamentosas. Procure sempre assoar o nariz, beber mais líquidos (evitar cafeína – pois secam a mucosa e podem agravar os sintomas), respirar vapor de água, aplicar soro fisiológico e, no caso dos bebés, utilizar um aspirador nasal para remover o muco.
 

Existem vários tipos de descongestionantes nasais. Alguns são soluções estéreis, sem químicos e conservantes, apenas com água e 0,9% ou 3% de sal (cloreto de sódio). Outros têm também o cloreto de benzalcônio. E os mais vendidos carregam um terceiro ingrediente na fórmula, a nafazolina, que é um medicamento. A água com sal hidrata a mucosa e dissolve o muco; o benzalcônio é um conservante com ação germicida e, a nafazolina, é um químico que contrai os vasos sanguíneos, diminuindo o inchaço das mucosas e facilitando a passagem do ar. Como efeitos indesejados, os sprays de água e cloreto de sódio não têm contraindicação a não ser para quem é sensível aos componentes ou para hipertensos que usam as formulações com concentração maior de sal, de 3%; o benzalcônio pode causar alergia; a nafazolina tende a induzir tolerância, efeito rebote e dependência psicológica.
 

Eles podem ser adquiridos sem a necessidade de receita médica, pois são considerados seguros, desde que utilizados conforme as orientações descritas nas bulas. Contudo, esses medicamentos podem causar problemas de saúde devido ao uso inadequado e excessivo.
 

Dentre as possíveis reações adversas estão a rinite medicamentosa ou congestão nasal de rebote, que é quando o paciente passa a ter congestão nasal provocada pelo próprio medicamento. Outra reação comum é a taquifilaxia (diminuição consideravelmente rápida da resposta ao medicamento), também chamada de dessensibilização, ou seja, quando o organismo deixa de responder às doses usuais recomendadas na bula. Nos dois casos, costuma ocorrer uma necessidade de uso de uma dose maior e mais vezes por dia, fato que contraria a indicação aprovada como segura ao paciente e publicada na bula. Essa prática só tende a agravar o problema da congestão nasal, em vez de curá-la. Dessa maneira, o uso indevido desses medicamentos pode levar à farmacodependência.
 

Como medidas não farmacológicas (medidas onde não são necessárias o uso de medicamentos), temos o aumento da ingestão de líquidos (água, suco, chá e caldo), evitando o uso de bebidas alcoólicas e cafeinados (pois provocam a desidratação). Repouso em lugares quentes e úmidos (utilizar umidificadores de ar e/ou outras técnicas), manter a roupa de cama limpa e trocar o colchão (a cada 10 anos) e travesseiros (anualmente) e manter a casa limpa e ventilada. E, o mais importante, manter as vias aéreas superiores (nariz) limpo, utilizando lenço de papel descartável ou aspirador nasal.
 

Qualquer dúvida, ou se precisar de ajuda, procure sempre o farmacêutico. Nós, da Farmácia Usimed, temos o prazer em ajudar!